PROFISSÕES

Capitão demonstra orgulho e dedicação com carreira na Polícia Militar

Esther Sewastjanow Silva Santos

Esther Sewastjanow Silva Santos é um exemplo de dedicação e amor à profissão. Desde fevereiro de 1999, integra os quadros da Polícia Militar e atualmente exerce o cargo de Capitão no 33o BPMI. O relacionamento de Esther com a instituição é de longa data. Em casa teve excelentes exemplos com o pai  Dário, coronel da reserva da PM e a mãe Odete, escrivã aposentada da Polícia Civil. Apesar de ter padrinhos e primos nas Polícias Militar e Federal, nunca havia pensado em fazer carreira nessa área. A vontade despertou em um vestibular em  1999 quando se deparou, no meio de um caderno da Fuvest, com uma cartilha  sobre a Academia do Barro Branco. “Resolvi prestar o vestibular que na época era o mais concorrido em termos de candidatos por vaga”, disse. Inicialmente, o sonho profissional era ser bombeiro, mas após o contato com a rotina foi  impossível não se apaixonar pela PM. Mais tarde, casou-se com Mauro Alves dos Santos Júnior, hoje major do 33o BPMI, que também tem vários policiais na família. Segundo Esther, a profissão é composta por vários momentos marcantes, a cada dia uma nova situação, com diferentes  fechamentos  e soluções. “Nada é rotina, passa muito rápido, como toda vida. Tem que ser bem aproveitada e definida cada fase”, comentou. O relacionamento com os demais colegas do Batalhão é saudável, profissional e com alguns amigos. O fato de ser mulher não muda o tratamento conquistado pela seriedade, profissionalismo e princípios  que marcam sua vida dentro e fora do quartel. Sobre a decisão de ingressar na profissão, Esther dá dicas valiosas. A escolha deve ser muito bem pensada, pois diferente do homem, a mulher tem responsabilidade maior em termos de atenção e cuidados com a família. Em contrapartida, é uma profissão de muito retorno, bem estar e realizações, pois o trabalho em si é voltado totalmente à prática do bem “seja uma simples ajuda em orientação até a retirada efetiva de alguém que faz mal real à sociedade”. No Dia da Mulher, a satisfação da Capitão Esther é imensa. “A data foi instituída e devemos aproveitar para evidenciar a história de lutas e conquistas da mulher ao longo do tempo e seu papel na sociedade”, disse. “Nosso Batalhão compreende 19 cidades e  somente 8% do efetivo feminino. Sou avessa à diferenciação de minorias, gosto de ser lembrada e respeitada pelo profissionalismo e dedicação e assim conduzo minha carreira e para conquistar isso o esforço é um pouco maior. É uma profissão de muita dedicação e, uma vez decidido, ponde  altos e baixos, vá em frente e seja feliz”, finalizou.

 

 

 







 

 

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